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  • "Perfis de paródia se organizam no Twitter em apoio a Bolsonaro e contra a imprensa"

    (Diz a Agência Pública)

        Agora vamos aos fatos.
         O título da matéria por si só já peca, pois não somos contra a imprensa; somos contra jornalistas que se valem de um MTB retirado da latrina e que se dedica ao desserviço. Jornalistas que se valem de sua visibilidade para de forma tendenciosa cometer perjúrio, calúnia, injúria e torcer contra o país de forma militante...
        Vamos corrigir o título então? "Perfis de paródia se organizam no Twitter em apoio a Bolsonaro e contra a imprensa tendenciosa"

        "Uma central para atacar a imprensa"

    Este subtítulo também deve ser corrigido: "Uma central para ajudar perfis sátira a atacar a imprensa tendenciosa"

        "No site, eles divulgam 12 perfis de sátira"

        Essa entrevista foi feita dia 08 de Fevereiro deste ano, Na verdade já passávamos dos 40 naquele dia e hoje já estamos nos 70, mas devido à correria do dia a dia, a página relacionada aos perfis ainda não estava pronta (e ainda não está pois temos muito trabalho pela frente). Mais detalhes das contas paródia participantes da Central de Imprensa Sátira você encontra no link logo acima à direita na página.

        Mais correções na matéria: "Mais do que produzir humor, essas contas têm como missão declarada criticar a imprensa e a esquerda. “Nosso objetivo é informar com agilidade de forma divertida trazendo a público a desinformação desnecessária e tendenciosa divulgada em outras mídias”, explicam no site."

        corrigindo:"Mais do que produzir humor, essas contas têm como missão declarada criticar a imprensa tendenciosa, a corrupção e sandices da esquerda".

         "A causa anti-imprensa"
        

    "Além da articulação contra a exclusão de contas do Twitter através da hashtag #SátiraNãoÉFake, as contas de paródia também se organizaram em campanhas anti-imprensa nas redes sociais. Somente em janeiro, duas hashtags críticas a jornais brasileiros chegaram aos Trending Topics do Twitter no Brasil – #GloboLixo e #EstadãoFakeNews. Ambas surgiram após os respectivos veículos publicarem reportagens que denunciavam aliados de Bolsonaro".

        Mais um título a ser corrigido: A causa anti-imprensa tendenciosa

        Corrigindo um trecho: Ambas surgiram após os respectivos veículos publicarem reportagens que denunciavam aliados de Bolsonaro enquanto ignoravam outros que mereciam a mesma publicidade na denúncia. Cadê a Elizangela Barbiere?

        Além da confusão causada pela semelhança entre os nomes de usuário e fotos dos perfis, alguns perfis de paródia misturam informações reais ou opiniões editorializadas em meio às sátiras. A própria CIS publica em seu site matérias e artigos de opinião sem ironia. A primeira matéria foi publicada no dia 30 de janeiro e mostrava as porcentagens de seguidores robôs de alguns perfis famosos no Twitter, obtidos através do aplicativo Twitter Audit. A matéria mostrava que os perfis considerados de esquerda tinham maior porcentagem de seguidores considerados robôs do que as páginas de direita, colocando essas páginas sob suspeita. Contudo, o Twitter Audit não é uma maneira precisa de identificar seguidores bots, especialmente quando as contas monitoradas possuem muitos seguidores, pois ele trabalha com uma amostragem de até 5 mil seguidores, não analisando todos os perfis.

        O que foi omitido pela Agencia Pública:
        1) Quando se trata de publicações sátiras, há uma separação no site dizendo "Daqui em diante nem tudo é realidade" o que não justifica esssa informação.
        2) Ao dizer que a ferramenta Twitter Audit trabalha com amostragem de até 5 mil seguidores, a Agencia Pública além de ignorar o fato que qualquer pesquisa feita é por base de amostragem e ignora a opção GOLD de compra de auditoria que é fornecida no prṕrio site. Pegar um perfil de direita que possui 3X mais ou 3x menos que um perfil de esquerda e essas pesquisas derem resultados completamente diferentes, justifica sim a veracidade da ferramenta.

         O que realmente diz o Twitter Audit:
         "Cada auditoria leva uma amostra de até 5000 (ou mais, se você assinar o Pro) seguidores do Twitter para um usuário e calcula uma pontuação para cada seguidor. Essa pontuação é baseada no número de tweets, na data do último tweet e na proporção de seguidores para amigos. Usamos essas pontuações para determinar se determinado usuário é real ou falso.

    É claro que esse método de pontuação não é perfeito, mas é uma boa maneira de saber se alguém com muitos seguidores pode ter aumentado sua contagem de seguidores por meios inorgânicos, fraudulentos ou desonestos."

    Mais um ponto
        “Verdadeiras sátiras têm como objetivo fazer piadas, tirar sarro, principalmente sobre política. Mas, se você é um humorista, você vai querer brincar com quem está na direita e também na esquerda. Você vai querer fazer humor em tudo que trouxer audiência e conteúdo. Então, se você se deparar com uma sátira que é apenas boa para um lado ou para certo assunto, é problemático.”

         Aqui morre a narrativa de que somente zoamos a esquerda e jornalistas de esquerda
        Se você leu toda a matéria da Ethel (Agência Pública), você leu que ela diz que Jair Bolsonaro curte as piadas que são feitas com ele... ”O presidente costuma replicar os conteúdos satíricos. No dia 5 de janeiro ele retuitou postagem do The Comunista que dizia Bolsonaro começa o dia tornando ilegal qualquer coisa vinculada ao arco-íris, ursinhos carinhosos, ódio do bem e LGBT””...

        A verdade: Estamos lutando contra a imprensa corrupta e parcial, que joga sujo e que não tem escrúpulo algum em disseminar FAKE NEWS pois possuem MTB de jornaslixo.      Por fim, mas ainda em tempo, a CIS se chama ”Central de Imprensa Sátira” e quem assina esta matéria é Alex Diferolli.

    "Daqui em diante nem tudo é realidade"